Sou trevas e luz.
Sou amor e ódio.
Sou a constante inconstância
da vida e da morte
Desculpe.. Normalidade ficou
Aos românticos e modernos..
Eu, barroco sou
Sou poesia e sou prosa
Sou a realidade irreal
Sou o destemido temido
Do vulcão atino
Do vendaval passado
Sou poesia sou prosa
Sou filho da rosa
Destemido e temido ser
Concordar gera monotonia
Falta de energia
Cansaço e rotina
Eu questiono
Balbucio mesmo concordando
Desculpe.. Mas não nasci cinza
Ao contrario..
Nasci barroco
Talvez louco.
Esse poema comecei meu
Mas ficou seu
Sim. Muito seu.
Terminei ainda agora
Acho que incentivado por você
Terminei?
Até o momento sim
Quem sabe num futuro aí
Eu não mude mais e possa continuá-lo?
— Daniel Fernandes para Ana Paula Barbosa
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